Num porto cheio de embarcações, havia um barco pintado de azul. Gostava de seguir horizontes sob o vento vindo do sul.
Conheceu ilhas escondidas, gaivotas e céus de verão. Cada viagem acrescentava uma página à sua canção.
Vieram mares revoltos, ondas difíceis de enfrentar. Mas o barco seguia adiante, sem esquecer de sonhar.
Quando retornava ao cais, trazia histórias para contar. Pois quem se aventura pelo mundo sempre encontra algo para amar.
Robson POETA
POEMAS 2006