Todos os dias observava o movimento da rua, as manhãs apressadas e a chegada da lua.
Guardava atrás das janelas histórias de geração, misturando lembranças antigas e renovação.
As paredes conheciam nomes, risadas e despedidas, segredos compartilhados ao longo das vidas.
E permanecia firme, como um porto de afeição, erguido pelo tempo e pelo coração.
Robson POETA
POEMAS 2005