Capa de Poemas 2005POEMAS 2005395 · 2005

O Cais de Madeira

As águas vinham e voltavam em constante movimento, enquanto as tábuas permaneciam atravessando o tempo.

Muitas embarcações chegaram, outras partiram sem voltar, deixando rastros invisíveis sobre o mar.

Mas o velho cais seguia firme em sua vocação, recebendo despedidas e celebração.

Como parte silenciosa de cada travessia então.

Monograma RPRobson POETA