Capa de Poemas 2005POEMAS 2005323 · 2005

O Banco de Madeira

Ali passaram crianças, idosos e viajantes, observando estações diferentes ao longo dos instantes.

Foi testemunha de conversas, reencontros e despedidas, de promessas esquecidas e alegrias vividas.

Nunca saiu do lugar, mas conheceu o mundo inteiro através dos olhos alheios.

E talvez por isso carregasse uma sabedoria tranquila sobre o tempo verdadeiro.

Monograma RPRobson POETA