As ruas pareciam respirar num ritmo diferente, livres da pressa constante que acompanha tanta gente.
As janelas permaneciam escuras, os sinais em observação, como guardiões silenciosos daquela imensa dimensão.
Havia beleza naquela pausa, na calma da madrugada, quando o mundo parecia esquecer a própria caminhada.
E por algumas horas existia somente o diálogo discreto entre o vento e a estrada.
Robson POETA
POEMAS 2005