Capa de Poemas 2005POEMAS 2005306 · 2005

O Barulho do Silêncio

Quando tudo finalmente parou, foi possível perceber quantas vozes existiam sem ninguém compreender.

Havia pensamentos dispersos, sonhos procurando lugar, memórias caminhando sozinhas sem saber onde ficar.

A quietude parecia estranha nos primeiros instantes, como um território desconhecido habitado por gigantes.

Mas depois revelou caminhos que a pressa nunca mostrou, e respostas que o ruído por muitos anos escondeu.

Monograma RPRobson POETA