Seus Olhos comiam o relento escuro
Corpos esquivados do vento obscuro
Vidas libertas no tempo
Golpes de cola
Pedindo esmola
Golpes de capoeira
Acertadas no muro
Mãos destinadas ao vazio do tumulto
Vidas macias, magia, manhosa...
Vidas de intrigas, suor e drogas...
Vidas de frios, de febre infecciosa...
Vidas acertadas, mandadas, poliglotas!
Robson POETA
POEMAS 2003