Ontem refletir e sentir
Que a minha boca era quase louca
Quando queria engolir meu choro
Inchava o rosto
Parecendo uma foca
E quando namorava o espelho
Parecia um doido!
Mas a minha poesia maluca
Refletia nos seus olhos
Da minha caneta
Que rabiscava o caderno
Saia mais ou menos umas flores
E da minha mente colorida
Normalmente eu dava as cores
Mas a minha poesia maluca
Encantava e descantava
As suas dores
E faziam com que nosso mundo
Não mais chore
A poesia maluca era mais que um doce
Era um pirulito gigante
Que nossas criancinhas lambiam até o palito
E tiravam muitas pessoas de tais vícios!
Robson POETA
POEMAS 2003