O silêncio é a orgia do movimento
Cuja ousadia do corpo
É produzida pela energia da vida
Alimentando os poetas mortos!
O tempo é a imagem veloz
Perante aos ponteiros derretidos
Do corpo alucinado!
E os cães que latem, mordem
Porque palavras caladas
Não têm sentidos!
E a imagem semelhante à vida
É a escrita que não faz sentido
De um poeta desconhecido!
Como muitos humanos
Que não se auto conhecem
Diante dos dez minutos do silêncio!
Robson POETA
POEMAS 2003