Movimentos circulatório
Onde surgem outros movimentos
De “a” ao infinito!
O corpo que era corpo
Transformara-se numa espécie
De metáfora
Ligando a mente com os dedos dos pés!
E o corpo a desdobrar-se em linhas imaginárias
Na qual piruetas e movimentos
Não ficam abstratos!
Os telhados do copo
Correm cobrindo as veias
E o sangue é como uma espécie de estimulante
Quando ferve, o corpo transforma-se
E torna-se enigmático
Independente do corpo!
E danças não são apenas danças
Sã corpos em movimentos
São mentes lembrando do sub-texto
Nos quais proporcionam as metáforas do corpo!
Robson POETA
POEMAS 2003