Quando a madrugada chega,
o asfalto fecha os olhos.
Sonha com rios antigos.
Sonha com árvores.
Sonha com passarinhos
que existiam antes dos semáforos.
E ao amanhecer,
continua firme,
sustentando o peso
dos nossos caminhos.
Robson POETAQuando a madrugada chega,
o asfalto fecha os olhos.
Sonha com rios antigos.
Sonha com árvores.
Sonha com passarinhos
que existiam antes dos semáforos.
E ao amanhecer,
continua firme,
sustentando o peso
dos nossos caminhos.
Robson POETA