Olho-te no infinito e vejo-te azul do espelho. Vejo confundindo-te com vós?
Ai Deus! Por que tudo é difícil para mundo? E vós donde surgira? Sei lá!
Abro-me os ouvidos e vejo que falaste bastante merda, e parece-me que não é só a tua boca que é uma privada, é também a boca do mundo!
Parece-me que o horizonte azul já “está” tão “preto” quanto os rios que a tua boca poluíra. As linhas do criador ou do inventor do tal idioma morreu de desgosto, de morte matada e assassinada pela tua fossa veloz.
Espero-te Deus! Grande criador das vozes do mundo, mata este assassino (como eu) do mundo real!
Robson POETA
POEMAS 2000