Se eu tivesse poderes mágicos talvez seria para sempre invisível e voaria dentro d’outrora,
no outono!
Se eu tivesse poderes mágicos quem sabe não cantaria como os pássaros e levaria à cabeça
do mundo a primavera.
Ou se eu tivesse poderes mágicos ficaria plantado num jardim para ver se o meu coração
renascia a mil por hora e zanzaria nas nuvens sem medo de cair nas garras do animal
racional.
Ah! Se eu tivesse poderes mágicos, eu mudaria o meu destino e lamberia o mel, mas
gostoso das rosas brancas, roubaria do mundo a chave do Éden só para ver o mundo feliz!
Quando eu tiver poderes mágicos talvez serei para sempre invisível e voarei dentro
d’outrora, no outono!
Quando eu tiver poderes mágicos quem sabe não cantarei como os pássaros e levarei à
cabeça do mundo a primavera.
Ou se eu tiver poderes mágicos ficarei plantado num jardim para ver se o meu coração
renasce a mil por hora e zanzarei nas nuvens sem medo de cair nas garras do animal
racional.
Ah! Quando eu tiver poderes mágicos, eu mudarei o meu destino e lamberei o mel mais
gostoso das rosas brancas, roubarei do mundo a chave do Éden só para ver o mundo feliz!
Robson POETA
POEMAS 2000