Gírias da vida
Estilos nos quais inventamos
Feridas apojadas de pus
Onde circulam as existências das sombras
Cores que não vemos
Sinais que marcam a nossa existência
Sinais-mapas do corpo
“Dor que desatina sem doer”
Ar no qual respiramos
Que hoje está vetado de poluição
Almas que andam pela madrugada
E fazem e refazem o que sonhamos!
Robson POETA
POEMAS 2000