Quando se fizerem lágrimas de suor
Meus olhos jamais brilharão!
Quando a morte bater em minha cama
É sinal que minha vida
Viverá numa bruma
E as lágrimas da vida
Jamais se misturarão com sangue
E as lágrimas negras “gotarão” brancas
Num só vento!
A metamorfose que seria um ciclo
Transformara-se em rios de sonhos
E os desejos são mistérios
Como os brilhos de uma criança carente
As mães que amamentavam
Hoje trocam seios por amor
E as brisa dos rostos
Transformara em lágrimas do céu!
Robson POETA
POEMAS 2000